Capítulo II - Descobrindo Inimigos
Estava um dia ensolarado antes do "gringo" vir, derrotá-lo e sequestrá-lo, levando-o para um lugar desconhecido. Agora chovia muito. Rômulo pensa em ir para debaixo de uma marquise para não se molhar e se resfriar, e também mais uma coisa influenciava, ele não poderia mais ficar ali, pois já havia iniciado a obra de demolição da Praça. Ele pensa na marquise, mas já estava completamente molhado mesmo, então decide sentar no banco e aproveitar os últimos instantes naquela praça. Rômulo estava angustiado e triste, adorava aquela praça, era um lugar ideal para ele. Os peões que antes trabalhavam na demolição,agora estavam sentados debaixo de uma tenda improvisada de lona. Era o horário de almoço dos peões de obra. O dia, antes ensolarado e agora chuvoso, começa a ficar frio também, seria a falta de agasalho? Ou simplesmente a chuva que caia muito fria sobre seu corpo? Rômulo já estava completamente molhado, mas eis que surge alguém, uma mulher, aparentemente, pois a capa de chuva não o deixa ver direito, chega próximo a ele e conforme vai se aproximando, Rômulo tem a certeza que era uma mulher pela silhueta. Ela senta ao seu lado e pega um guarda-chuva:
Estava um dia ensolarado antes do "gringo" vir, derrotá-lo e sequestrá-lo, levando-o para um lugar desconhecido. Agora chovia muito. Rômulo pensa em ir para debaixo de uma marquise para não se molhar e se resfriar, e também mais uma coisa influenciava, ele não poderia mais ficar ali, pois já havia iniciado a obra de demolição da Praça. Ele pensa na marquise, mas já estava completamente molhado mesmo, então decide sentar no banco e aproveitar os últimos instantes naquela praça. Rômulo estava angustiado e triste, adorava aquela praça, era um lugar ideal para ele. Os peões que antes trabalhavam na demolição,agora estavam sentados debaixo de uma tenda improvisada de lona. Era o horário de almoço dos peões de obra. O dia, antes ensolarado e agora chuvoso, começa a ficar frio também, seria a falta de agasalho? Ou simplesmente a chuva que caia muito fria sobre seu corpo? Rômulo já estava completamente molhado, mas eis que surge alguém, uma mulher, aparentemente, pois a capa de chuva não o deixa ver direito, chega próximo a ele e conforme vai se aproximando, Rômulo tem a certeza que era uma mulher pela silhueta. Ela senta ao seu lado e pega um guarda-chuva:
- Para você, ou vai querer se molhar mais do que ja ta? - e solta um lindo sorriso. Era uma linda mulher com cabelos lisos e negros como carvão, pele alva e olhos claros, pareciam verdes ou mel, tinha um corpo monumental, realmente era muito bonita.
Rômulo pegua o guarda-chuva e sorri de volta para a desconhecida:
"O que será que ela quer comigo? Será q foi apenas caridade ou será que ela vai querer algo em troca?" - Rômulo pensava malicosamente.
Enquanto Rômulo pensava, a moça, que parecia ter adivinhado seus pensamentos, diz:
- Não quero nada em troca não. Aliás, quero apenas uma pequena ajuda...
- O que você quer? - retrucou prontamente, enquanto continuava perdido em seus pensamentos.
"Será que ela e como os outros que me sequestraram? Será que é mais um louco querendo que eu me una a algum grupo mais louco ainda?"
Nisso ela interrompe seus pensamentos:
- O que você acha desse mundo de agora, cheio de guerras, destruição e morte? Não seria bem melhor se isso tudo acabasse de uma só vez e pudessemos viver em paz e harmonia para sempre?
Rômulo se espanta e levanta assustado, falando embolado e coisas meio que sem sentido:
- Ah, não, você não é mais um desses loucos me que querem em algum lado para derrotar outro lado tão louco quanto vocês, né? Estou fora! - diz Rômulo enquanto se levantava e vai andando em direção de um restaurante próximo para ver se conseguia restos para o seu "almoço". Mas, infelizmente ele não consegue se mover muito mais que dois passos, pois havia algo como uma parede de água a sua frente. - O QUE É ISSO!? DEIXE-ME SAIR DAQUI! - gritava assustado.
- Infelizmente tenho que ter certeza que você estará comigo ou contra mim, pois poderá representar muito perigo daqui para frente se estiver contra mim.
Ela, com hábeis movimentos de mãos, controla a tal parede de água, transformando-a em uma onda de uns 2 metros de altura, encobrindo Rômulo completamente e, já com ele lá dentro, ela estabiliza a parede de água, transformando-a num cubo de uns 2 metros altura. Rômulo provavelmente morreria afogado ali. Ela pergunta mais uma vez.
- Então, você está comigo?
Rômulo não consegue respirar, logo não consegue responder.
- Bem, infelizmente terei que matá-lo.
O cubo, que antes tinha próximo de 2 metros de altura, agora tinha aproximadamente 1,8 metros, com a pressão cada vez aumentando mais e, se Rômulo não morresse afogado, morreria esmagado pela pressão da água, logo seu corpo não aguentaria muito mais.
- Foi bom te conhecer, lindinho.
Ela vira as costas e sai andando, até ouvir uma explosão:
"Hahaha, já deve ter ido para o inferno, hahaha"
E continua a andar quando é interrompida por um grito:
Vídeo 1:
Tentei fazer como se fosse uma música tema p/ qndo ele se solta da esfera de água e p/ a batalha, tentem acompanhar apenas o ritmo da música, ignorem a letra ok??? Se não conseguirem ver o vídeo, aqui vai o link:
http://www.youtube.com/watch?v=fOWB6rmSd4I
Tentei fazer como se fosse uma música tema p/ qndo ele se solta da esfera de água e p/ a batalha, tentem acompanhar apenas o ritmo da música, ignorem a letra ok??? Se não conseguirem ver o vídeo, aqui vai o link:
http://www.youtube.com/watch?v=fOWB6rmSd4I
- Ei, você vai aonde? temos algo para resolver, certo, lindinha? - falava sarcáticamente.
Rômulo solta uma incrível rajada de fogo na direção da mulher, acertando-a em cheio e derrubando-a em meio a lama que a chuva havia criado. Rômulo estava c/ partes do corpo sangrando, principalmente nariz, boca e ouvidos, devido à pressão exercida dentro do cubo. Ele também estava extremamente mais forte, pois suas labaredas, antes, saiam no máximo do tamanho de uma maçã e essa, que fora atirada em cima da mulher, fora do tamanho de uma bola de basquete. Rômulo estava se sentindo muito cansado, mas continua andando em direção a mulher, parecia estar se divertindo com aquilo.
- Você caiu? Que deselegante! Vou ajudá-la a levantar, pois no nosso primeiro encontro e você já está caida assim, e olha que nem nos apresentamos direito. Bem, mas dizem que cavaleiros devem se apresentar primeiro, certo? Bem, meu nome é Rômulo e sou um desabrigado, e você, lindinha?
Rômulo novamente cria uma bola de fogo do tamanho de uma bola de basquete em suas mãos.
- Bem, já que não responde, imagino q esteja com vergonha, deixe eu ajudá-la a se desinibir!
Rômulo arremessa sua bola de fogo na direção da mulher, que dá um giro no momento certo, escapando do ataque.
- Realmente, tenho que te "apagar" aqui e agora. Agora entendo o porquê de eu ter sido a escolhida. Sou seu inimigo natural!
Ela forma uma cápsula d'água em volta de Rômulo e rapidamente a fecha, na tentataiva de prendê-lo, mas Rômulo estava diferente, podia ver a fúria em seu olhar, seus olhos pareciam estar em chamas, mas não eram só os olhos, todo seu corpo parecia estar entrando em processo de combustão. Até suas roupas estavam pegando fogo. A água da chuva qur caia sobre ele mal tocava sua pele, evaporava assim que chegava perto. Ele estava pegando fogo, literalmente. Ele escapa facilmente da cápsula de água, evaporando-a com seu calor. Ela sabia que acabaria morrendo se continuasse a lutar ali e decide bater em retirada, pois sabia que era a medida mais sensata a se tomar.
- Estou vendo que não será nada fácil te derrotar. Por enquanto te deixarei viver, mas a próxima vez q nos encontrarmos, um de nós não continuará vivo!!!
Rômulo cria outra bola de fogo e arremessa em direção a mulher, que se une à água da chuva em seus pés, como se tivesse sendo derretida, como açúcar na água. Ela escapa, mas antes ela se apresenta:
- Meu nome, meu nome é Mary Jane, grave-o, pois esse será o nome da sua destruição!
Rômulo após ver que ela havia desaparecido, acaba desmaiando, estava completamente exausto.
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Rômulo acorda. Ele estava em um local todo branco, em cima de algo macio, parecia ser uma cama. Ele olha para o lado e vê uns aparelhos acoplados a seu corpo, olha p/ outro lado e vê um suporte para soro em seu braço, e desse mesmo lado do soro, também vê uma janela. Onde ele estaria? Enquanto ele se perguntava onde poderia estar, entra pela porta, ao lado direito, uma mulher toda de branco.
- Bom dia, senhor. Enfim acordou, está aqui, nesse leito, desacordado há pelo menos 5 dias. Precisamos que o senhor faça alguns exames e nos diga o que lembra, a última coisa que aconteceu com o senhor antes de ter desmaiado. O senhor compreende o que eu digo? - Após uma balançada de cabeça de Rômulo, afirmando que entendia, a enfermeira volta a falar. - Parece que o senhor foi queimado por algum vândalo, ao menos é o que a perícia disse. Já já, deve estar chegando seu almoço, espero que goste. Dizem que comida de hospital é péssima, mas a daqui é muito boa. - Ela dá um sorriso e se retira.
Logo após ela sair o almoço chega. Rômulo tenta sentar-se e consegue com certa dificuldade. O que poderia tê-lo deixado em um estado tão lastimável como esse, teria sido realmente alguem que o pôs fogo? Tudo que ele havia vivido ate então seria um sonho desses cinco dias desacordado? Mas ele nunca se queimara, mesmo quando criança, quando caiu numa fogueira de festa de São João e misteriosamente não teve nenhum arranhão ou queimadura. Ele força sua cabeça enquanto comia e lembra-se da luta que tivera com a controladora de água, da qual ele saiu de controle, e acabou queimando todas suas vestes e, consequentemente, seu corpo também. Quando a enfermeira volta, ele pergunta:
- Onde estão minhas vestes ou qualquer coisa que estava comigo?
Ela prontamente responde:
- Nada aguentou ao calor, aparentemente tudo acabou sendo destruido pelo fogo.
Ele reflete:
"Droga, e agora? como poderei entrar em contato com aqueles caras misteriosos se perdi o celular? Droga!"
Ele agradece a enfermeira:
- Obrigado pela informação.
A enfermeira vai em direção a porta e antes de sair, Rõmulo a chama:
- Ah, so mais uma coisa. Como vim p/ cá? Já que sou indigente, e não tenho onde cair morto, logo não poderei pagar a conta desse hospital, que provavelmente deve ser caro.
- O doutor Stuart pediu para que transferissem o senhor para cá. Ele estará pagando suas contas. - E ela se retira.
"Droga, agora estou devendo uma para esse tal de doutor Stuart"
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Passadas umas 3 horas, o doutor Stuart vai visitá-lo.
- O paciente da sala 304 já está consciente? que bom, preciso falar com ele. Sabe se ele esta respondendo normalmente?
- Sim, doutor Stuart, ele está respondendo normalmente, quer que eu o acompanhe até o quarto 304? - perguntava a enfermeira que estava cuidando do quarto de Rômulo.
- Não, eu vou lá sozinho.
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Rômulo já estava entediado, queria sair dali de qualquer jeito. As três horas que ele estava ali acordado pareciam ser trinta horas, já que estava ali sem poder fazer nada, entediando-se facilmente, quando a porta se abre e entra um sujeito todo de branco, parecido com alguém já conhecido.
- Ei, eu te conheço, não? VOCÊ É UM DAQUELES 4 QUE ME SEQUESTRARAM!!!
O doutor da um sorriso de canto de boca e fala:
O doutor da um sorriso de canto de boca e fala:
- Vejo que tem boa memória, senhor. Sim, eu era um dos que estavam naquela sala, mas nós não te sequestramos. Você que é o Rômulo, certo?
- De que te interessa, eu só quero sair daqui e, peraí, o que você quer comigo? Mais um querendo me forçar a entrar para alguma equipe que se diz contra o "mal"? Ou veio me matar mesmo? - Esta última pergunta Rômulo fazia meio temeroso, pois sabia que estava completamente frágil e vulnerável nesse exato momento.
O doutor continua sorrindo e fala:
- Acalme-se, vamos apenas conversar!
Figura 2:
(...) que se une à água da chuva em seus pés, como se tivesse sendo derretida, (...)


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